A moeda
Só depois de D. Afonso Henriques cunhar moeda, o Vaticano, que fazia o papel da ONU, nesse tempo, reconheceu a independência deste novo reino. Hoje pagamos renda para estar aqui, bem dizia o ditado: "a mil chegarás, de dois mil não passarás!" Os ingleses dizem que o senso comum não é assim tão comum... mas nós temos uma palavra para essa raridade: Bom-senso. O problema é que para ter bom-senso é preciso pensar, coisa que dá muito trabalho. Abrir os olhos e ver que quem produz a moeda lhe recebe os juros -- para sempre! Que esse instrumento público tem dono e o alugamos, pagamos renda para o usar, que a oligarquia é o nosso senhorio! Em monarquia era o rei, em democracia seremos nós. A proposta que aqui fica é simples: que a Assembléia Geral da ONU delibere cunhar moeda, uma moeda contemporânea, virtual e não só, que vá paulatinamente substituindo as moedas privadas, e diminuindo o poder que a Oligarquia Internacional tem. Abrindo o caminho para a democracia. Uma questão...